sexta-feira, 27 de junho de 2014

FUGINDO DO BARULHO



         São poucas as pessoas que não gostam de viajar, é muito bom; renova as  forças, dar  evasão ao estresse, revigora as energias e voltamos sempre com mais coragem e alegria.
                 Temos uma casinha  lá Marambaia, fica pertinho da praia e só vendo que beleza, pequena mais bem aconchegante.
        Neste período de inverno adora ir à praia... a brisa, praia deserta, aquela neblina caindo  suavemente,o friozinho gostoso, é tudo muito bom.
      Este foi o primeiro São João que passamos longe da família, viajamos sem os netos e passamos na praia.
      Viajamos no dia 19 e voltamos no dia 24, fomos avarias praias, embora toda perto uma das outras No domingo foi a ”Barra de Catuama”.          
      De lá avistamos a Ilha de Itaparica não ultrapassamos devido a neblina e a falta de coragem do meu esposo e meu irmão que também estava conosco, juntamente com o filho e a esposa.  
        Tiramos várias fotos, colocamos as conversas em dia.
        A noite chovia muito, logo que a chuva diminuiu   acendemos a fogueira, assamos milho, soltamos fogos e demos boas  risadas. Não faltou a canjica, a pamonha e o queijo de coalho.
       Retornamos na terça feira dia 24 pela manha.
     Agora revigorados.. prontos para retornar o cotidiano e vamos a luta...    

terça-feira, 17 de junho de 2014

DETERMINAÇÃO CORAGEM E MUITO AMOR


            Marry e Marriane eram  irmãs gêmeas. Com a morte dos pais, os  cinco irmãos se separaram, as duas ficaram juntas e foram criadas um Tio que morava num lugarejo bem distante de onde ficaram os outros irmão no Rio Grande do Norte.
            Aos vinte e um anos Marry  casou com o Sr. Amaral viúvo de três casamentos, ele quarenta e dois  anos mais velho que ela.
            A diferença de idades entre eles não foi problema, eles se amavam e foram realmente muito felizes. 
           Mesmo com o casamento, as duas irmãs não se separaram.
           Levavam uma vida tranquila naquele vilarejo pacato, onde todos se conheciam, se respeitavam e conservavam as amizades coisa que hoje não mais se encontra.
           O  Sr. Amaral eram funcionário  Publico da Rede Ferroviária Federal
           Aos trinta e três anos Marry contraiu uma febre tifo e veio a falecer, deixando quatro filhos;  o mais velho com onze anos , a segunda nove, o terceiro com seis  e a caçula com três anos.
          Seis meses depois o Sr. Amaral adoeceu e veio a falecer. Durante durante o período que de enfermidade Marrine cuidou do cunhado com zelo e carinho, assim como dos sobrinhos também.
         Com a morte do cunhado Marry e os  quatro sobrinhos ficaram sem amparo e sem saber o que fazer.
         Uma coisa era certa; ela não ia abandonar os sobrinhos por nada deste mundo. Não sabia como mais ia cuidar dos quatro. E assim fez!
         O Sr Amaral era dono de uma propriedade e possuía algumas cabeças de cabras, galinhas, ovelhas etc. Mais naquele lugar era impossível criar aquelas crianças. O que fazer?
         Logo apareceu um senhor, oportunista que propôs trocar as terras e as criações por uma pequena e destiorada casinha no distrito ali perto, de pronto ela aceitou.
         Ali ela poderia trabalhar e criar os sobrinhos os quais considerava como filhos. 
         Estava ela noiva quando a irmã e o cunhado faleceram, decidiu acabar o casamento para não dar padrasto aos meus filhos, assim falava ela.
         Com muita dificuldade, cuidou destas crianças, nunca reclamou e fez o verdadeiro papel de mãe e pai.
         Nunca permitiu que as duas meninas trabalhassem na casa de quem quer que fosse.                Logo que chegou a ao lugarejo colocou os quatro na escola.
         Eles cresciam felizes e amparados  por aquela mulher de garra, determinada, corajosa .          Ela fazia de tudo para que dentro de suas possibilidades nada lhes faltasse.
         No lugarejo eram respeitados e faziam parte de todas as comemorações e vida social.
         O mais velho logo que alcançou a maior idade tirou a carteira de motorista, a segunda tornou-se professora, o terceiro filho também motorista e a caçula aprendeu a bordar, suas mãos pareciam de fada, seus trabalhos ficaram conhecidos e valorizado em toda a região.
          Agora crescidos e trabalhando poderiam dar aquela tia mãe uma vida melhor, era chegada a hora de retribuir todo o carinho, cuidado e dedicação, e assim fizeram.
          Mudaram-se para a cidade grande, ela agora não precisaria mais trabalhar fora para mante-los.
          Respeitada, admirada e amada por todos, sua função de mãe continuava, chegaram os netos, bisnetos e aquela avó dedicada amou e se preocupou com  todos eles.
   Sua historia é digna de toda admiração, respeito e gratidão.
         Quem a conheceu a admirava e respeitava.
    Nunca reclamou e sempre agradecia a Deus por tudo que tinha, principalmente pelos filhos que Deus lhe havia confiado .
        Foi mãe sem nunca ter dado a luz, o que para ela isto era irrelevante, pois  se sentia e era a verdadeira mãe. E assim foi tratada, amada e respeitada, pelos filhos, netos, bisnetos, genros  e noras.
    Quando dizia: “por meus filhos eu faria tudo de novo” sua voz era forte, seus olhos brilhavam e naquelas palavras sentia-se a imensidão do amor que a eles dedicara e sentia.
    Dizer  obrigada aquela nobre mulher por tudo que  fez por aquelas crianças, netos e bisnetos é pouco!
   Ela renunciou a se mesma por amor. e com muito amor e dignidade viveu todos os dias de sua vida
    Ela foi e continuará sendo Nobre,Guerreira,Corajosa, Determinada, Lembrada,respeitada invejada por todos.
    Quem nesta terra faria igual a Ela?



  

               

sábado, 14 de junho de 2014

MOMENTO DE REFLEXÃO


     Aceita a pessoas como elas se apresenta
     Este homem prepotente que te desagrada está enfermo, e talvez não o saiba.
     Esse companheiro recalcitrante é infeliz em si mesmo.
     Aquele conhecido exigente sofre dos nervos.
     Uns, que parecem orgulhosos, são apenas portadores de conflitos que procuram ocultar.
     Outros, que se apresentam indiferentes, experimentam medos terríveis.
     A Terra é um grande hospital de almas.
     Quem te veja apenas superficialmente, não terá como analisar-te com acerto.
     Concede a liberdade para que cada um seja conforme é e não como pretendes que seja.
                             
 Do livro
 VIDA FELIZ ( Divaldo P. Franco)

quarta-feira, 11 de junho de 2014

O GOLPE DO BAÚ


        Madeleine era uma jovem bonita, pele clara, quase ruiva, filha de um ilustre fazendeiro das bandas de Juruá, estudou nos melhores colégios da capital.
        Na cidadezinha onde morava só se comunicava com outras filhas de fazendeiros ou pessoas da alta sociedade.
        Um belo dia chegou na fazenda do Sr. Ferdinando  (pai de Madeleine), um jovem de boa aparência, bem vestido e se expressando muito bem.
         Apresentou-se como filho de um dos maiores fazendeiros de Luarú, local bem distante da fazenda do Sr. Ferdinando, a procura de terras e gado para comprar (Mas sempre que alguém lhe apresentava as terras e o gado para a venda ele botava sempre um defeito...) o gado era magro e as terra não eram produtiva e assim por diante...
        Com o passar de alguns dias os dois jovens e encontraram. Galdino logo começou fazer a corte a Madeleine. Não deu outra começaram a namorar.
        O pai da jovem também interessado na fortuna do jovem ofereceu-lhe um bom alojamento na fazenda, comida, e roupa pronta.
        Sempre que falavam em conhecer os pais do jovem ele alegava a distancia e dificuldade para o deslocamento dos mesmos.
        Passados seis meses a jovem engravidou, providenciaram de imediato o casamento, finalmente chegou o grande dia de unirem as fortunas e conhecer os pais do noivo o que só aconteceu cinco meses depois do casamento.
       Estava Madeleine nos afazeres domésticos quando batem a porta: La encontrava-se um casal com mochilas nas mãos, sandálias arrastão. Pensando tratar-se de mendigos, respondeu num tom arrogante: " hoje já almoçamos".
        A senhora de prono respondeu: “não queremos nada não dona, nós somos os pais de Galdino, viemos conhecer a nossa nora”
       Tamanho foi o susto que a jovem perdeu o fôlego não acreditando no que via.
       Foi neste exato momento que descobriram a grande mentira do jovem interesseiro.
       Galdino além de pobre era preguiçoso e foi sustentado sempre pelo pai Madeleine.
      Tiveram onze filhos, coisa que na época era normal, mas aquela jovem apaixonada nunca se queixou de ter casado com um rapaz pobre.
       Afinal de conta o amava e o pai dava sempre o necessário para a sobrevivência.
      Diante de toda a situação nunca perdeu a pose de rainha, manteve sempre o orgulho e a presunção, nunca baixou a cabeça, era respeitada e nesse assunto ninguém se atrevia a falar.
       Madeleine  Foi feliz, muito feliz ao lado do homem que amou e foi amada
    Com a morte dos velhos receberam a herança. Filha única estava rico então o jovem Galdino.
      Hoje falecidos.
      Os filhos todos bem sucedidos.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

FELICIDADE



     É muito fácil ser feliz, se não complicarmos   o  dia     a     dia, tornando as coisas mais  difíceis, entendendo  que  não   podemos mudar as pessoas e que podemos sim  nos  modificar  para  melhor, reconhecendo os erros e tentando tomar decisões certas, aceitando determinadas situações as quais não podemos modificar por não    dependerem    de    nós  e  nos  conformar  com nossa limitações.
     Agradecendo ao Criador tudo que temos e o que não temos também. e tirar de todas as situações o seu lado favorável  e fazer dela uma nova oportunidade para um novo aprendizado.
    Ri muitas vezes de nós mesmos e não levar as coisas muito a serio, tudo passa...nada fica no lugar. e o que passou  não  tem como  se  tornar presente e a ele não podemos ficar presos.
    Abracemos e amemos uns aos outros como Cristos nos ensinou. 
    Sejamos felizes, independente do momento que estivermos chorando. Podemos chorar sim, mais sem deixar de ser feliz, porque a nossa felicidade não depende das nossa lágrimas muito menos do momento difícil que estamos vivendo