quinta-feira, 30 de outubro de 2014

É PRECISO ESQUECER PARA SER FELIZ



                                                                        


       Muitas vezes encontramos pessoas (e não são poucas) que vivem a vida inteira, lastimando-se, sofrendo, sentindo-se infelizes por causa de um passado que não consegue esquecer.
      O passado é morto, este não mais retorna, não tem como refazê-lo.                   Portanto o melhor que se faz é enterrá-la, não olhar pra trás e fechar a porta do cemitério. Na verdade o que é morto fede!
      Ficar lamentando o que passou e a cada dia trazer ao presente um passado remoto é envenenar-se a cada instante com um venero que não foi suficiente para matar-te na hora, mas que a cada dia, diminui a chance de sobrevivência e a oportunidade de ser feliz.
     Este veneno terrível (lembrança de um passado sofrido), não mata unicamente o corpo,ele mata principalmente o espírito e isto é o pior.
     Um espírito doente, sofrido, cansado, abatido, desgostoso... Tira toda e qualquer vontade de viver.
     O indivíduo torna-se uma pessoa amarga e sua presença insuportável. Pois suas palavras são unicamente de lamentações.
     Portanto esquecer, superar, perdoar, só faz bem pra quem o pratica.  
     Viva o presente!
     Cada minuto é motivo suficiente para nos sentirmos felizes.
     A cada dia nasce uma nova esperança, um novo motivo para continuarmos e nos sentirmos felizes.  
     Se analisarmos o dom da vida, o ouvir, o falar, o andar, os movimentos dos membros, a família, o teto que nos protege do sol e da chuva, o ar que respiramos os amigos que nos cercam, o trabalho, as mãos que trabalham para nos alimentar, proteger os que amamos, nos vestir, acariciar..., os nossos filhos, netos...
    Deus! Temos motivos por demais significativos para esquecer os tropeços do passado e vermos o presente, o futuro um horizonte sempre aberto e livre para caminharmos.
    Portanto, aproveitemos cada minuto, cada segundo para desfrutar de cada dia, o que ele tem de bom para nos oferecer. O que na verdade é uma Dádiva que nos é dada gratuitamente, porque na verdade nem merecemos.
     Vamos sorrir e aproveitar a presença dos que estão a nossa volta, para depois não chorarmos por não termos lhe dado atenção quando podíamos, quem passou e o que passou...passou!!!
     Vivamos o presente e sejamos felizes.



PERDOAR NÃO É ESQUECER É SIMPLESMENTE LEMBRAR SEM SOFRER.

HISTÓRIA DE PESCARIA



                                          


          O Robe  de Seu Antonio é pescar, esquece tudo..., problemas, família... O mundo para  quando está à beira d’água comum anzol na mão
          Fica sempre muito feliz quando reúne a família e juntos vão passar o dia a beira d’água pescando.
          Um belo dia de domingo reuniu os filhos e netos e foram para uma fazenda.
          A pescaria começou animada, todos com os anzóis na mão, as margens do açude, não podia haver momento mais agradável. A quantidade de peixe era abundante.
          O genro mesmo sem experiência pescou 17 tilápias, embora pequenos. A cada fisgada a alegria era grande por parte do casal e dos filhos
          Os peixes pescados eram colocados em uma vareta e colocados a beira d’água para não ressecarem.
          Em um dado momento se afastaram e deixaram os peixes a beira d’água. Como havia alguns peixes ainda vivos à proporção que se debatiam  foram se afastando das margens, chegando ao meio do açude.
         Do outro lado da margem estavam seus sogros.  Ao verem o reboliço na água pensaram se tratar de um grande peixe e cada vez  jogavam mais longe  a linha na tentativa de pegar aquele grande peixe
         Num dado momento aconteceu o inesperado, a sogra conseguiu fisgar “o peixe grande” que na verdade eram os peixes que haviam sido pescados pelo genro e os filhos.
        Alto ela gritou: “peguei vários peixes de uma só vez”
        Era difícil acreditar no que estavam vendo!
        Mais ali estavam vários peixes pegos de uma só vez.
        Só quando chegar onde haviam deixado os peixes foi que perceberam o que tinha acontecido.
        Realmente os peixes haviam sido fisgados porque estavam todos presos kkkkkkkkkkk


domingo, 27 de julho de 2014

TRIÂNGULO: SINONIMO DE SOFRIMENTO



                                          



          Meu esposo gosta muito de pescar e uma vez por outra eu o acompanho.
Residíamos em Pernambuco e ele encontrou um local muito bom para realizar suas pescas enquanto estávamos residindo temporariamente naquele local. Era uma fazenda, local restrito, uma paisagem linda, vários açudes e também havia uma criação de peixes e alevinos os quais eram vendidos para criadores.
          Sempre que chegávamos éramos bem recebidos pelo casal que tomava conta da fazenda, eles tinham três filhos e o ultimo era completamente diferente dos demais, mais como nosso pais é de mestiços aquela criança podia ter herdados traços de parentes distantes, quem sabe; pensava eu.
           Sempre que lá chegávamos lá estava um jovem que tomava conta da fazenda vizinha ele não deixava a jovem um só minuto, estava sempre por perto, e tudo que  ia fazer a chamava. Aquilo começou me despertar um mau pensamento. Que grude! O marido desta mulher deve ter ciúmes ou então confia demais nestes dois.
           Uma vez ou outra este vizinho levava a esposa com ele, o clima era estranho a esposa de Thiago estava sempre mal-humorada e muitas das vezes a encontrei chorando.
            Depois de alguns meses fiquei amiga das duas e ambas conversavam comigo e contavam suas aventuras, magos e tudo mais.
          Aquela criança era filha do Thiago, a esposa sofria muito porque ele não negava o amor que sentia por Rosa e deixava transparecer sem nem uma restrição.
          Todos sabiam o que ali acontecia.
          Alfredo por sua vez sempre soube do romance que Thiago tinha com Rosa e sabia que aquela criança não era seu filho.
          Ele estava sempre de mau humor, nunca se aproximava da criança, brincava sempre com as duas meninas (suas filhas) quase não falava e olhava para os dois de uma forma que parecia matá-los.
           Na verdade ele sofria e odiava aquela situação.  Acredito eu Rosa também, sofria .Os três sofriam menos Thiago. Mais nada faziam para resolver aquela situação.
     Rosa sempre me dizia que não podia deixa Thiago  porque ele a ameaçava dizendo que para onde eles fossem ele iria atrás e quando a encontrasse a mataria.
         O esposo de rosa vivia jurando que um dia mataria Thiago.
         Segundo Rosa (ficava numa situação difícil) e evitava estar perto de Thiago quando o marido estava, mais este não saia  de perto  mesmo quando Alfredo estava em casa, dava nojo ver aquela situação, parecia um cachorro no cio.
          Aquele ambiente tornava-se cada vez mais pesado e temeroso, estávamos vendo a qualquer momento acontecer uma desgraça. Conversei com meu esposo e resolvemos não mais ir pescar ali.
          O que aconteceu ou como estão não sei dizer !
          Voltamos para Paraíba e perdemos completamente contado.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

FUGINDO DO BARULHO



         São poucas as pessoas que não gostam de viajar, é muito bom; renova as  forças, dar  evasão ao estresse, revigora as energias e voltamos sempre com mais coragem e alegria.
                 Temos uma casinha  lá Marambaia, fica pertinho da praia e só vendo que beleza, pequena mais bem aconchegante.
        Neste período de inverno adora ir à praia... a brisa, praia deserta, aquela neblina caindo  suavemente,o friozinho gostoso, é tudo muito bom.
      Este foi o primeiro São João que passamos longe da família, viajamos sem os netos e passamos na praia.
      Viajamos no dia 19 e voltamos no dia 24, fomos avarias praias, embora toda perto uma das outras No domingo foi a ”Barra de Catuama”.          
      De lá avistamos a Ilha de Itaparica não ultrapassamos devido a neblina e a falta de coragem do meu esposo e meu irmão que também estava conosco, juntamente com o filho e a esposa.  
        Tiramos várias fotos, colocamos as conversas em dia.
        A noite chovia muito, logo que a chuva diminuiu   acendemos a fogueira, assamos milho, soltamos fogos e demos boas  risadas. Não faltou a canjica, a pamonha e o queijo de coalho.
       Retornamos na terça feira dia 24 pela manha.
     Agora revigorados.. prontos para retornar o cotidiano e vamos a luta...