quarta-feira, 30 de novembro de 2011

QUEM É O CULPADO?






          Fico analisado certas situações e não sei se é porque o tempo está passando e eu ficando velha ou se    realmente os bons costumes e os valores estão desmoronando, aliás já desmoronaram faz tempo!

          E ai se atribui tudo de mau que acontece à televisão, quando na verdade a criança aprende mesmo é em casa. Na escola ela entende, em casa ela aprende ( Criança que não estuda em casa fazendo as lições com certeza será sempre um mai aluno).  

          Cabe aos pais educar seus filhos de uma maneira correta fazendo-os respeitar os outros e assim respeitará a si mesmo.

          A ética há muito que ficou pra traz, bom dia, boa tarde, com licença, obrigada, desculpe, são palavras inexistentes no nosso dicionário doméstico.

         O egocentrismo, a ambição, o livre-se quem puder hoje está em evidência.

         Se analisarmos direitinho todo esse comportamento deturpado está saindo de dentro dos lares. A família já não é mais um ponto de referencia. E ai como serão as nossas crianças daqui ha dez anos?

         Outro dia peguei um coletivo e lá se encontrava duas senhoras de aproximadamente sessenta e cinco a setenta anos, o ônibus estava cheio, observei que em vários bancos haviam jovens e crianças sentadas. Estes ao lado da mãe nem percebiam o que ocorria em sua volta e elas ( as mães )nem ai para o caso. Os jovens sentados uns despercebidos, outros conversavam e nem sequer direcionavam o olhar para as senhoras que permaneciam em pé.

         As cadeiras determinadas para os idosos, grávidas  e deficiente estavam todas ocupadas, menos com os que de fato tinham direito.

          É um direito básico dos idosos que nem sempre é respeitado: o de viajar sentado nas cadeiras preferenciais dentro dos ônibus. Eles têm lugar reservado, mas com os ônibus lotados, pessoas mais jovens costumam ocupar essas cadeiras - e não levantar quando os mais velhos entram.

 Fiquei horrorizada diante de tamanho descaso, falta de educação e respeito para com aqueles que já trabalharam uma vida toda, agora cansados, todo o corpo com certeza  dolorido, ter que fazer um percurso num coletivo em pé , enquanto os jovens e crianças permanecem ali bem sentados num descaso e desrespeito total.

             Senhores pais e responsáveis, educação, bons costumes ( valores)tiveram valor ontem hoje e terão sempre.
            Tentemos pelo menos construir um mundo melhor para eles mesmos, através dos bons ensinamentos...
                 


                 


FERRUADA DE MARIMBONDO



                    
                                                 (Perigo á vista)
       Jennifer é minha neta, como aos demais eu a amo muito. 
      Ela é alegre, brincalhona, obediente, na verdade é uma menina maravilhosa.
       Sempre que viajamos a levamos conosco, alias pra onde vamos a levamos juntante com o outro neto Kelvin.
      Sábado último (09-04) foram com o avo a trabalho á Boqueirão onde está um, lá também está o outro.
     Ao chegarem na fazenda encontram um enxame de  marimbondos, começaram a jogar pedra, o avo reclamou mas os mesmos não deram muita atenção, continuaram com a brincadeira, apostando quem atingiria o enxame primeiro.
      Ao toque da primeira pedra os insetos se espalharam e um atingiu o rosto da pequena Jhenifer ferroando-a bem perto do nariz…
      Em meio aos gritos o avo a acudiu colocando na região gelo e o que tinha ao alcance.
      Ao chegaram á noite o rosto estava bastante inchado. Logo a levamos ao hospital onde ficou internada quatro dias
     Ficou constatado que a mesma tem alergia a insetos e o pior ela contraiu celulite ocular.
      (A zona que rodeia os olhos pode infectar-se se a criança tiver uma ferida, uma picada de insecto ou uma infecção dos seios (sinusite).   
       A infecção também pode estender-se aos olhos ou a qualquer outra parte do corpo através do sangue.           As infecções simples, como a conjuntivite, são provocadas por bactérias ou por vírus. (Os olhos avermelhados também podem ser um sinal de alergia. )
     Que isto sirva de alerta aos pais e demais responsáveis. 
    Ao verem uma criança brincar com algo que possa prejudica-la não basta apenas reclamar, é preciso ir onde estão e proibi-los.


quinta-feira, 24 de novembro de 2011

ONDE SERÁ QUE ELA ESTÁ ?


                               
     

QUEM SABE ALEM DO HORIZONTE ?....

          No momento nego-me a acreditar que este horizonte exista. 
         Enquanto temos está fé, nos sentimos um tanto quanto confortáveis, na esperança de que aquele que tanto amamos e partiu, la possa estar e um dia nos encontrarmos.
         Este é um dos maiores enigmas da ciência.
         É um ponto de interrogação que pesa sobre a cabeça de qualquer um mesmo que tenha uma religião.
        Acho que é algo muito maior do que nós e nada sabemos com certeza o que existe após a morte. Nada comprova cientificamente que a consciência exista independente do celebro,
       Tudo se baseia sem hipóteses e fé.
        Enquanto a coisa não acontece conosco vamos crendo e crendo...tudo é simples e até racional.
        Mas quando esta realidade bate a nossa porta e leva consigo quem tanto amamos, ai sim a coisa fica diferente.
       São sentimentos variados até um bom tempo.
       O primeiro mês não se sabe direito o que se sente é tudo muito angustiante, os últimos momentos vêem sempre a mente, tudo se confunde...
      Apartir do segundo mês ai sim bate uma saudade imensa, um desejo incontrolável de saber noticias, de contar o que está acontecendo, rever, encontrar , falar...
      Como encontrar  se não conseguimos transpor esta barreira. Onde encontrar? Como ?
      Como ter noticia se não sabemos onde encontrar, ninguém pode nos ajudar!  Em que lugar se ele não existe e se existe não se sabe onde fica nem como lá chegar...
      È um sentimento muito ruim. Uma mistura de angustia, tristeza, saudade, vontade de fugir , sumir...
      E não da mais pra falar..., hoje estou péssima!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!




  

terça-feira, 8 de novembro de 2011

BONS MOMENTOS VIVIDOS EM FAMÍLIA


      

         Como já relatei anteriormente família é presente de Deus, uma família unida vivendo harmoniosamente não tem valor igual. Estes momentos são inesquecíveis…
      Há seis anos atrás comecei acompanhar meu esposo em viajem à trabalho, onde já conhecemos várias cidades e em muitas moramos, embora nunca maia se um ano e seus meses e em outras seis meses e em outras apenas três meses.Temos feito grandes amizades e conhecido muita gente. Tem sido uma experiência maravilhosa.
     O meus dois  netos mais velhos têm sempre nos acompanhado nestas caminhadas, principalmente nos períodos de férias e finais de semana.
    Quando estava um com quatro anos e a menina com dois, comecei a inclui-los nos nossos passeios. . Estes  momentos têm sido  de muita alegria e prazer.
     O meu esposos ama pescar e esta técnica já passou para os netos e sempre estão juntos nas pescarias. Só fica ruim pra mim, pois saem os três eu fico sozinha esperando a volta do trio pescador.
     O meu neto hoje está com dez anos e a neta com sete. (temos mais um casal de netos, uma
com cinco anos e o menino com três) são lindos e maravilhosos , mas estes só estão conosco na  companhia dos pais.
       Viajar sem a presença de um dos dois a viagem não está completa, falta algo, um sente a falta do outro e nos também. as pessoas já estão tão acostumadas com a presença deles fica até difícil explicar porque um faltou o que na verdade isto quase nunca acontece.
      Quando todos se reúnem é um gritaria, um converseiro. uma rizadagem, pra nao falar do chororô e dos desentendimentos que algumas vezes acontecem. Mas olhando bem, isto tudo nos faz recordar e comentar o passeio quando retornamos. É muito bom tê-los consosco, é a continuação da nossa família.
     Confesso que as vezes sinto vontade de estarmos sozinhos, mas quando isto acontece um vazio imenso nos cerca e vem um arrependimento enorme por não te-los traziso conosco.
     Amo vocês e agradeço a Deus por suas vidas e pelo presente que ele tem nos dado de te-lo sempre em nossas companhias.